The End
Sim, desapareci por uns tempos. E voltei só pra colocar um “The End” definitivo no blog, afinal estou de volta ao Brasil e o blog perde a razão de existir. Meu irmãozinho continua lá na Polônia, mas ele nunca foi de escrever mesmo, não vou ser eu que vou fazer isso por ele, né?
Não posso deixar de contar a minha última aventura no lado de lá do Atlântico, e diz respeito às minhas bagagens.
Bom, quando eu estava indo viajar, em fevereiro, já tive um probleminha pra conseguir arranjar espaço pra todas as minhas coisinhas. Mas como eu estava viajando com dois homens, consegui distribuir os meus excessos nas malas deles. As minhas duas malas saíram do Brasil com 32kg cada uma.
Quando eu e o Ricardo estávamos indo para Londres em junho, tivemos que comprar mais uma mala pra ele. Além disso, deixamos todos os nossos casacos de inverno na Polônia.
O Ricardo voltou para o Brasil em julho, e trouxe para o Brasil muitas das minhas coisas que eu sabia que não iria usar nos próximos quatro meses.
Eu devo assumir que comprei bastante coisas em Londres, principalmente livros. Porque aqui no Brasil os livros em inglês custam uma fortuna, e os preços dos livros clássicos estavam irresistíveis!
Mas nessa viagem que fiz pra Cracóvia antes de voltar ao Brasil, levei todos os meus excessos comigo, principalmente as coisas mais pesadas como os livros e alguns cds. Fiz isso porque o correio de lá é bem mais barato do que de Londres, e como eu iria ter que despachar os casacos que estavam lá, poderia enviar essas outras coisas também. E foi o que fiz. Só que eu comprei algumas coisinhas lá em Cracóvia que eu não pude despachar. O resultado é que a minha mala voltou com o mesmo peso que ela foi. E isso foi só o começo da encrenca.
Como eu tinha algumas coisinhas a fazer ainda em Londres, além de despedidas pra ir, acabei deixando para arrumar a mala na minha última noite.
Quando eu terminei de arrumar a minha mala grande, e vi o monte de coisas que faltavam pra colocar na mala menor, fiquei desesperada... Já sabia que teria problemas.
Pensei muito no que fazer, e acabei decidindo por comprar uma mala ainda maior do que a mala que eu já tinha, para colocar as coisas que faltavam.
Comprei a maior mala que tinham na loja. Cheguei em casa toda feliz, e coloquei tudo o que tinha sobrado dentro do “malão”. Só que quando eu fui pesar a bendita, ela estava pesando mais de 40 kg, sendo que o limite é 32 kg. Se eu já estava desesperada antes, agora então, já estava em pânico.
O Hussein chegou em casa bem nesse momento e me ajudou a resolver o problema do jeito que dava.
Primeiro decidimos tirar tudo o que era pequeno e pesado, pra colocar na mala de mão. Ele até me deu uma malinha com rodinhas pra disfarçar o peso que ela iria ter. Quando não cabia mais nada, pesamos a dita, e ela estava com quase 20 kg.
Depois tive que me livrar de algumas roupas para que o que não tinha cabido na bolsa de mão, coubesse nas malas grandes, mas sem estourar o limite de peso.
Isso feito, peguei o meu táxi e fui para o aeroporto. Eu só precisava dar sorte de não perceberem que a minha bagagem de mão estava cheia de chumbo!
Na hora de fazer o check-in a balança deu pau, e só conseguiram pesar uma das minhas malas. Porém a mocinha percebeu que eu fazia uma força descomunal pra conseguir movimentar a malinha. Ela disse que eu teria que despachar aquela também, mas que, para minha sorte, não iria me cobrar o excesso de bagagem.
A minha sorte não terminou aí não! Chegando no Brasil, estava morrendo de medo de ser para pela Receita Federal, e ter que pagar imposto sobre as muambas que eu estava trazendo comigo. Mas pra minha sorte tinha um vôo chegando de Miami ao mesmo tempo que o meu, e por isso o pessoal dava prioridade a vistoriar a bagagem deles!
No final das contas, a coisa mais desagradável que aconteceu na minha viagem de volta pra casa foi que, uma das garrafas de Wisniówka que eu tinha comprado na Polônia quebrou. Mas como eu tinha trazido mais duas, nem foi tão ruim assim!
Para os meu “milhares” de leitores que acompanharam o blog e que vão ficar com saudades, tenho uma indicação. Leiam o blog Histórias Sem Fim, que acabou de ser “inaugurado” e está sendo escrito pelo Ricardo, que fez tanto sucesso quando dava suas palhinhas por aqui.
Sem mais.
Não posso deixar de contar a minha última aventura no lado de lá do Atlântico, e diz respeito às minhas bagagens.
Bom, quando eu estava indo viajar, em fevereiro, já tive um probleminha pra conseguir arranjar espaço pra todas as minhas coisinhas. Mas como eu estava viajando com dois homens, consegui distribuir os meus excessos nas malas deles. As minhas duas malas saíram do Brasil com 32kg cada uma.
Quando eu e o Ricardo estávamos indo para Londres em junho, tivemos que comprar mais uma mala pra ele. Além disso, deixamos todos os nossos casacos de inverno na Polônia.
O Ricardo voltou para o Brasil em julho, e trouxe para o Brasil muitas das minhas coisas que eu sabia que não iria usar nos próximos quatro meses.
Eu devo assumir que comprei bastante coisas em Londres, principalmente livros. Porque aqui no Brasil os livros em inglês custam uma fortuna, e os preços dos livros clássicos estavam irresistíveis!
Mas nessa viagem que fiz pra Cracóvia antes de voltar ao Brasil, levei todos os meus excessos comigo, principalmente as coisas mais pesadas como os livros e alguns cds. Fiz isso porque o correio de lá é bem mais barato do que de Londres, e como eu iria ter que despachar os casacos que estavam lá, poderia enviar essas outras coisas também. E foi o que fiz. Só que eu comprei algumas coisinhas lá em Cracóvia que eu não pude despachar. O resultado é que a minha mala voltou com o mesmo peso que ela foi. E isso foi só o começo da encrenca.
Como eu tinha algumas coisinhas a fazer ainda em Londres, além de despedidas pra ir, acabei deixando para arrumar a mala na minha última noite.
Quando eu terminei de arrumar a minha mala grande, e vi o monte de coisas que faltavam pra colocar na mala menor, fiquei desesperada... Já sabia que teria problemas.
Pensei muito no que fazer, e acabei decidindo por comprar uma mala ainda maior do que a mala que eu já tinha, para colocar as coisas que faltavam.
Comprei a maior mala que tinham na loja. Cheguei em casa toda feliz, e coloquei tudo o que tinha sobrado dentro do “malão”. Só que quando eu fui pesar a bendita, ela estava pesando mais de 40 kg, sendo que o limite é 32 kg. Se eu já estava desesperada antes, agora então, já estava em pânico.
O Hussein chegou em casa bem nesse momento e me ajudou a resolver o problema do jeito que dava.
Primeiro decidimos tirar tudo o que era pequeno e pesado, pra colocar na mala de mão. Ele até me deu uma malinha com rodinhas pra disfarçar o peso que ela iria ter. Quando não cabia mais nada, pesamos a dita, e ela estava com quase 20 kg.
Depois tive que me livrar de algumas roupas para que o que não tinha cabido na bolsa de mão, coubesse nas malas grandes, mas sem estourar o limite de peso.
Isso feito, peguei o meu táxi e fui para o aeroporto. Eu só precisava dar sorte de não perceberem que a minha bagagem de mão estava cheia de chumbo!
Na hora de fazer o check-in a balança deu pau, e só conseguiram pesar uma das minhas malas. Porém a mocinha percebeu que eu fazia uma força descomunal pra conseguir movimentar a malinha. Ela disse que eu teria que despachar aquela também, mas que, para minha sorte, não iria me cobrar o excesso de bagagem.
A minha sorte não terminou aí não! Chegando no Brasil, estava morrendo de medo de ser para pela Receita Federal, e ter que pagar imposto sobre as muambas que eu estava trazendo comigo. Mas pra minha sorte tinha um vôo chegando de Miami ao mesmo tempo que o meu, e por isso o pessoal dava prioridade a vistoriar a bagagem deles!
No final das contas, a coisa mais desagradável que aconteceu na minha viagem de volta pra casa foi que, uma das garrafas de Wisniówka que eu tinha comprado na Polônia quebrou. Mas como eu tinha trazido mais duas, nem foi tão ruim assim!
Para os meu “milhares” de leitores que acompanharam o blog e que vão ficar com saudades, tenho uma indicação. Leiam o blog Histórias Sem Fim, que acabou de ser “inaugurado” e está sendo escrito pelo Ricardo, que fez tanto sucesso quando dava suas palhinhas por aqui.
Sem mais.
The End
