Richmond's Park
Esse sábado eu aproveitei que o dia estava lindo pra ir visitar o Richmond’s Park. Tinha pensado em ir mais pra frente, quando as árvores ficam com aquelas cores lindas de outono, mas o outono aqui em Londres é de chuva, muita chuva, e passear em parque com chuva não dá. Por isso resolvi ir agora mesmo.
O dito parque fica longe pra caramba de onde eu moro. É a última estação de uma das linhas de metrô daqui. E depois ainda tem que pegar um ônibus. Demorei mais de uma hora pra chegar lá.
Na entrada do parque estava estacionado o carrinho de sorvete. Com um dia lindo daqueles o sujeito deve ter faturado uma nota. Não deixei de tomar um Flake.
O Richmond’s Park é enorme, e bem diferente do Regent’s Park que fica aqui perto de casa. Ambos são parques reais, mas o Regent’s é todo bonitinho, cada árvore no seu devido lugar. Ele foi todo projetado pelo arquiteto e paisagista John Nash. Já o Richmond’s é mais “selvagem”.
No Richmond’s você não vai ver nenhum canteirinho com florzinhas, mas em compensação pode se deparar com um veado, como foi o meu caso. Aliás não vi um só não, vi vários.
Logo na entrada do parque tem um mapa, e ao lado uma imagem com os vários animais que você pode encontrar no parque, desde besouros e borboletas a veados e raposas. Eu achei que fosse balela. Tudo bem encontrar algumas aves, e até esquilos, mas realmente não achei que fosse possível encontrar veados.
Como boa taurina teimosa que sou fiquei procurando, mas tinha certeza que não ia achar nada. Depois de mais ou menos uns 40 minutos caminhando encontrei um cervo, calmamente fazendo uma refeição no meio do parque. Nem preciso dizer que tirei umas vinte fotos do bichinho.
Continuei meu passeio toda feliz e orgulhosa por ter encontrado um cervo. (Como eu sou arquiteta e não bióloga, não faço a menor idéia de qual é a diferença entre cervo e veado, se é que existe alguma, se alguém souber pode me contar).
Parei em um dos bosques que existem no parque pra tirar algumas fotos decentes de esquilos. Mas eles são muito elétricos e é uma missão impossível. Tive que tirar umas quinze fotos pra que uma ficasse boa.
Do alto de uma colina tive a impressão de ter visto muitos bichos que eu não conseguia identificar quais eram por causa da distância. Nem com o zoom da câmera dava pra enxergar. O jeito foi descer rapidinho antes que eles fossem embora.
Chegando lá vi que era um grupo enorme (não sei qual o coletivo apropriado) de veados, mas de outra espécie, diferente do que eu tinha visto primeiro. Tirei mais uma dúzia de fotos.
O tempo começou a fechar e eu comecei a me caminhar na direção que eu achava ser a que eu tinha vindo. Pra mim, criada em cidades, é fácil me localizar entre prédios e casas, mas essa foi a primeira vez que meu senso de direção foi posto à prova no meio do mato. Mas felizmente ele não decepcionou, cheguei exatamente onde eu queria, e ainda encontrei outros dois grupos de veados pelo caminho.
Depois de horas caminhando eu estava pregada, mas eu tinha ficado de dar uma passadinha no Subway pra dizer um “oi”. Fiquei lá pouco tempo, só o suficiente pra tomar um café e mostrar minhas fotos.
No caminho de casa passei na locadora pra alugar uns dvds e no supermercado, pra me abastecer pra semana.
Ainda no sábado de noite resolvi assistir um dos filmes que eu tinha alugado: Birth, com a Nicole Kidman. Achei o filme muito, mas muito ruim. Já no final estava rezando pra acabar logo pra eu poder ir dormir. Sem dúvida um dos piores filmes que eu já vi. Não chega a ser tão ruim quanto o Apanhador de Sonhos, mas é bem fraquinho.
Domingo, com chuva. Não queria por meu lindo narizinho pra fora de casa. Acordei mais tarde, fiquei no computador por um tempo. Depois fui assistir ao outro filme que eu tinha alugado: Sideways. O filme é bom, e comparado ao filme de ontem então fica melhor ainda. O filme despertou a minha vontade de tentar entender um pouquinho sobre vinhos, e quem sabe um dia fazer uma viagem degustando-os... Já pensou que chique?
No final da tarde parou de chover e abriu um solzinho bem gostoso. Fui devolver os filmes na locadora e aproveitei pra dar uma volta e comprar umas frutinhas.
Agora o domingo está acabando e eu já estou triste em pensar que amanhã tem que trabalhar de novo. Quero férias! (E pensar que eu só estou trabalhando há três meses...).
O dito parque fica longe pra caramba de onde eu moro. É a última estação de uma das linhas de metrô daqui. E depois ainda tem que pegar um ônibus. Demorei mais de uma hora pra chegar lá.
Na entrada do parque estava estacionado o carrinho de sorvete. Com um dia lindo daqueles o sujeito deve ter faturado uma nota. Não deixei de tomar um Flake.
O Richmond’s Park é enorme, e bem diferente do Regent’s Park que fica aqui perto de casa. Ambos são parques reais, mas o Regent’s é todo bonitinho, cada árvore no seu devido lugar. Ele foi todo projetado pelo arquiteto e paisagista John Nash. Já o Richmond’s é mais “selvagem”.
No Richmond’s você não vai ver nenhum canteirinho com florzinhas, mas em compensação pode se deparar com um veado, como foi o meu caso. Aliás não vi um só não, vi vários.
Logo na entrada do parque tem um mapa, e ao lado uma imagem com os vários animais que você pode encontrar no parque, desde besouros e borboletas a veados e raposas. Eu achei que fosse balela. Tudo bem encontrar algumas aves, e até esquilos, mas realmente não achei que fosse possível encontrar veados.
Como boa taurina teimosa que sou fiquei procurando, mas tinha certeza que não ia achar nada. Depois de mais ou menos uns 40 minutos caminhando encontrei um cervo, calmamente fazendo uma refeição no meio do parque. Nem preciso dizer que tirei umas vinte fotos do bichinho.
Continuei meu passeio toda feliz e orgulhosa por ter encontrado um cervo. (Como eu sou arquiteta e não bióloga, não faço a menor idéia de qual é a diferença entre cervo e veado, se é que existe alguma, se alguém souber pode me contar).
Parei em um dos bosques que existem no parque pra tirar algumas fotos decentes de esquilos. Mas eles são muito elétricos e é uma missão impossível. Tive que tirar umas quinze fotos pra que uma ficasse boa.
Do alto de uma colina tive a impressão de ter visto muitos bichos que eu não conseguia identificar quais eram por causa da distância. Nem com o zoom da câmera dava pra enxergar. O jeito foi descer rapidinho antes que eles fossem embora.
Chegando lá vi que era um grupo enorme (não sei qual o coletivo apropriado) de veados, mas de outra espécie, diferente do que eu tinha visto primeiro. Tirei mais uma dúzia de fotos.
O tempo começou a fechar e eu comecei a me caminhar na direção que eu achava ser a que eu tinha vindo. Pra mim, criada em cidades, é fácil me localizar entre prédios e casas, mas essa foi a primeira vez que meu senso de direção foi posto à prova no meio do mato. Mas felizmente ele não decepcionou, cheguei exatamente onde eu queria, e ainda encontrei outros dois grupos de veados pelo caminho.
Depois de horas caminhando eu estava pregada, mas eu tinha ficado de dar uma passadinha no Subway pra dizer um “oi”. Fiquei lá pouco tempo, só o suficiente pra tomar um café e mostrar minhas fotos.
No caminho de casa passei na locadora pra alugar uns dvds e no supermercado, pra me abastecer pra semana.
Ainda no sábado de noite resolvi assistir um dos filmes que eu tinha alugado: Birth, com a Nicole Kidman. Achei o filme muito, mas muito ruim. Já no final estava rezando pra acabar logo pra eu poder ir dormir. Sem dúvida um dos piores filmes que eu já vi. Não chega a ser tão ruim quanto o Apanhador de Sonhos, mas é bem fraquinho.
Domingo, com chuva. Não queria por meu lindo narizinho pra fora de casa. Acordei mais tarde, fiquei no computador por um tempo. Depois fui assistir ao outro filme que eu tinha alugado: Sideways. O filme é bom, e comparado ao filme de ontem então fica melhor ainda. O filme despertou a minha vontade de tentar entender um pouquinho sobre vinhos, e quem sabe um dia fazer uma viagem degustando-os... Já pensou que chique?
No final da tarde parou de chover e abriu um solzinho bem gostoso. Fui devolver os filmes na locadora e aproveitei pra dar uma volta e comprar umas frutinhas.
Agora o domingo está acabando e eu já estou triste em pensar que amanhã tem que trabalhar de novo. Quero férias! (E pensar que eu só estou trabalhando há três meses...).

1 Comments:
Kaká,
Que bom que este final de semana o tempo esteve bom...daqui para frente, acredito que será bem mais difícil fazer passeios assim,... Para quem gosta do frio...até pode ser, mas até onde sei, vc detesta, não é ?
Beijinhos, saudade,
Nati
Postar um comentário
<< Home